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Livros para ler nos clubes - catálogo

Manual das Finanças Pessoais

A actual crise veio pôr em causa o paradigma económico vigente cujo crescimento está assente no consumo e no endividamento. Os ajustes que se exigem são a poupança, o desendividamento e a adequação dos gastos das famílias aos seus rendimentos. Este livro aborda a temática da riqueza, explorando um lado diferente daquele que esta habituado a considerar. Os autores introduzem ao longo deste texto a definição de um nível superior de riqueza, com o objectivo de conquistar a sua independência financeira, que não será um fim em si mesma, mas sim um meio para atingir outros meios de satisfação, designadamente pessoal e profissional. Uma leitura essencial para toda a família, com dicas práticas e ideias a reter ao longo do texto, gerir o seu dinheiro vai deixar de ser um problema.

Maria Antonieta

A vida e a morte da última rainha de França. Um dia depois do terrível terramoto que abalou a cidade de Lisboa, nascia em Viena, a 2 de Novembro de 1755, a arquiduquesa Maria Antonieta de Habsburgo-Lorena. Os padrinhos de baptismo foram os seus tios, José I e Mariana Vitória, reis de Portugal. Em 1770 Maria Antonieta casou, por procuração, com o delfim Luís, futuro Luís XVI, e foi viver para a corte francesa onde fervilhavam a intriga e as disputas políticas. À falta da consumação do matrimónio, Maria Antonieta dedica-se a planear festas e a escolher roupas sumptuosas e acessórios ricos. Assegurada a sucessão, a já rainha de França tenta guiar-se pelo sentido de responsabilidade dos seus antepassados, mas, odiada pelos franceses, a sua reputação ficará manchada por infames calúnias. Foi acusada de ser uma meretriz, uma espia, uma delapidadora do erário público. Com a Revolução Francesa, foi presa, julgada em tribunal revolucionário e guilhotinada a 16 de Outubro de 1793.

Marina

A história inesquecível que precedeu "A Sombra do Vento". «Em Maio de 1980 desapareci do mundo durante uma semana. No espaço de sete dias e sete noites, ninguém soube do meu paradeiro.» Na Barcelona de 1980, Óscar Drai sonha acordado, deslumbrado pelos palacetes modernistas próximos do internato onde estuda. Numa das suas escapadelas nocturnas conhece Marina, uma rapariga audaz e misteriosa que irá viver com Óscar a aventura de penetrar num enigma doloroso do passado da cidade e de um segredo de família obscuro. Uma misteriosa personagem do pós-guerra propôs a si mesmo o maior desafio imaginável, mas a sua ambição arrastou-o por veredas sinistras cujas consequências alguém deve pagar ainda hoje. «Por qualquer estranha razão, sentimo-nos mais próximos de algumas das nossas criaturas sem sabermos explicar muito bem o porquê. De entre todos os livros que publiquei desde que comecei neste estranho ofício de romancista, lá por 1992, "Marina" é um dos meus favoritos.»

Mataram o sidónio!

O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. Neste romance policial Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, o autor provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento.

Matteo perdeu o emprego

Matteo responde a um anúncio de emprego. Toca à campainha e uma mulher recebe-o. Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo. Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o. De novo, a mesma particularidade estranha.Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas - até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego.

Mentes brilhantes, mentes treinadas

Neste livro inédito, Augusto Cury partilha com os leitores as suas reflexões sobre o fascinante mundo da mente humana.Somos a única espécie, de entre milhões na natureza, que pensa, tem consciência de si mesma e escreve a sua história. Um privilégio indescritível. Mas será que temos andado a escrever uma história que nos liberta ou que nos aprisiona? Muitos vivem em sociedades livres, mas são escravos das suas emoções. Não treinam a sua psique para construir um amor inteligente e uma mente brilhante e, por isso, desenvolvem transtornos psíquicos que os controlam e que asfixiam os outros.Todos nós queremos uma mente saudável, regada ao prazer, livre, segura, flexível, criativa, mas com frequência deixamos a nossa mente irresponsavelmente solta, sem cuidado e resguardo. Mentes tímidas, agitadas, ansiosas, imaturas, pessimistas, amedrontadas, flutuantes e depressivas são consequência dessa falta de gestão e protecção.Mentes Brilhantes, Mentes Treinadas aborda estes temas com base na Teoria da Inteligência Multifocal, que o autor tem vindo a desenvolver ao longo de mais de 25 anos.

Milagrário Pessoal

Iara, jovem linguista portuguesa, faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está a subverter a nossa língua, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano, com um passado sombrio, e os dois partem em busca de uma colecção de misteriosas palavras, que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à "língua dos pássaros".Milagrário Pessoalé um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à actualidade, percorrendo os diferentes territórios aos quais a mesma se vem afeiçoando.

Minha querida Inês

A história trágica de D. Inês de Castro, pela sua universalidade e intemporalidade, é inesgotável. Margarida Rebelo Pinto revela-nos os meandros deste universo fascinante, desmontando todos os passos da vida de D. Inês na semana que antecede um destino inelutável: a sua execução no dia 7 de Janeiro de 1355. Através da perspectiva de D. Inês vamos conhecendo os segredos da alma desta heroína e as maquinações das razões do Estado que determinaram o fim de uma vida mas não do amor.Uma estreia surpreendente no romance histórico de uma escritora que, pela sua extraordinária capacidade de penetrar no íntimo de cada personagem, dá voz a D. Inês, D. Pedro, D. Afonso IV e a outros protagonistas deste momento inesquecível da nossa História. Despidos das suas máscaras, ficamos a conhecer melhor as suas forças, fraquezas, motivações e desejos íntimos. Novas e surpreendentes revelações deste período único da História de Portugal dão sentido à frase que eterniza o amor de D. Inês e de D. Pedro: “Até ao fim do mundo”.

Mister Gregory

Aos oitenta e cinco anos, Gregorio Caccialupi passa em revista uma vida intensa marcada por contrariedades e vitórias. Para trás ficam as recordações de uma infância pobre na Itália dos anos 1930 e uma decisão que mudou para sempre a sua vida - emigrar para a América em busca de um futuro melhor.Ambicioso e determinado, coleciona sucesso atrás de sucesso e uma série de mulheres procuram conquistar o seu coração - Florencia, o seu primeiro amor, Nostalgia, com quem se casou, e Erminia, a sua derradeira paixão. Com o decorrer do tempo, Gregorio Caccialupi torna-se Mister Gregory, dono de uma importante cadeia de hotéis, um homem rico e influente. Porém, um investimento mal calculado leva-o à ruina. Conformado com a sua vida discreta num lar de idosos, está longe de saber que um encontro inesperado lhe trará uma revelação surpreendente e a possibilidade de retomar as rédeas do seu destino.Mister Gregoryé um magnífico romance de Sveva Casati Modignani, que pela primeira vez elege como protagonista um homem: complexo, terno e fiel aos seus princípios, sedutor, esquivo e sempre irresistível.

Montedor

Ao longo das gerações, são sem conta as famílias portuguesas em que há alguém como o triste protagonista deMontedor: rapaz sem futuro, com um passado apenas de sonhos, arrastando-se num presente que é uma verdadeira morte lenta.Mau grado a simplicidade das personagens e das cenas, há no romance uma tensão permanente, e pode-se com verdade dizer que quase cada página encerra um momento dramático ou antecipa uma tragédia, a qual, talvez porque raro chega a acontecer, cria um desespero cinzento, retratando bem, e cruamente, os medos e o sofrimento da sociedade portuguesa, passada e presente.Publicado pela primeira vez em 1968,Montedoré o romance de estreia de J. Rentes de Carvalho, sobre o qual escreveu José Saramago: «O autor dá-nos o quase esquecido prazer de uma linguagem em que a simplicidade vai de par com a riqueza (...), uma linguagem que decide sugerir e propor, em vez de explicar e impor.»

Morrer e renascer

A morte acenou-lhe, por mais de uma vez, ao longo dos anos, levando-a gradualmente a tomar consciência de que esta vida efémera não é a verdadeira vida e existe outra, eterna.Neste livro, Maria José Costa Félix fala da possibilidade que todos nós temos de continuar vivos, mesmo quando confrontados com uma experiência de perda: de alguém de quem gostamos ou de alguma coisa a que estamos ligados. Convida assim o leitor a acreditar na vida sempre possível para lá de qualquer espécie de morte que venha ter com ele. Na possibilidade que tem de a enfrentar e como dizer-lhe: mesmo que me afastes de quem eu amo, me tires algo a que estou agarrado, a saúde ou até este corpo meu conhecido, sei que tudo isso é apenas parte da minha vida. A pessoa querida que morreu continua comigo, apesar de eu já não poder tocar-lhe. Não desaparece da minha vida. Isto que perdi faz-me descobrir algo que me está a ser dado e em que eu ainda nem tinha reparado.Afinal, não estaremos nós tantas vezes a morrer de alguma forma e a renascer para algo que desconhecemos?

Mulheres que amaram demais

O amor é um conceito intrigante. Existem diversas formas de amar, diferentes objectos de amor, formas díspares de viver e sentir este sentimento universal. São mulheres que, durante o século XX, algumas delas muito à frente do seu tempo, amaram sem limites, nem preconceitos, desafiando convenções e modelos estabelecidos, entregando-se de corpo e alma à sua paixão. Depois do enorme sucesso de "As Nove Magníficas", Helena Sacadura Cabral apresenta-nos "Mulheres que Amaram Demais". Marie Curie amou a ciência acima de tudo, Gabrielle Chanel a moda, Marguerite Yourcenar a sua literatura, a extravagante Gala Dalí entregou-se à arte, Jacqueline Kennedy Onassis viveu sempre perto de homens de poder, a misteriosa Wallis Simpson deixou-se fascinar pelo estatuto e pela riqueza, Golda Meïr amou a terra, o povo e um projecto político, a actriz Marlene Dietrich amou homens, mulheres e a sétima arte, já Madre Teresa de Calcutá entregou-se a Deus e ao outro, sem limites. É a história destas extraordinárias mulheres, o modo como se entregaram ao amor físico, carnal, erótico e sensual, como viveram ao lado de homens e mulheres, companheiros que nunca lhes fizeram sombra.
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