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Livros para ler nos clubes - catálogo

A casa dos amores impossíveis

Clara Laguna é uma bela jovem de olhos dourados,cuja vida está marcada pelo destino.Quando se apaixona por um caçador,a sua mãe avisa-a da maldição que impera sobre as mulheres Laguna:estão condenadas a sofrer por amor e a conceber mulheres que padecerão do mesmo mal. Depois de Clara engravidar,o caçador abandona-a e esta decide,por vingança, abrir um bordel na casa que ele lhe oferecera.É nesta mansão que a jovem dará à luz a sua filha Manuela. Num registo literário marcado pelo ambiente de realismo mágico que só os grandes escritores conseguem, vamos acompanhando a saga desta família. Uma história mágica e apaixonante que desperta os sentidos. Na tradição de Isabel Allende e Gárcia Marquez, o melhor do realismo mágico num livro que não deixará ninguém indiferente.Uma história mágica e fascinante repleta de amor,ódio,vingança e tragédia,na linha das sagas familiares da literatura.

A cidade do medo

Para a Polícia, a morte violenta de um sem-abrigo cuja identidade é quase impossível de determinar não é uma ocorrência a que se possa dedicar muito tempo. Mas a situação altera-se na manhã seguinte: aparecem mortos, da mesma maneira, mais dois sem-abrigo na Baixa de Lisboa. E, dois dias depois, são três os sem-abrigo atacados. O serial killer começa, porém, a deixar pistas – e estas apontam para um culto satânico, mas também para a maçonaria. Com o medo a instalar-se em Lisboa, onde o assassino vai multiplicando os seus actos de violência, e enquanto Joel Franco começa a descobrir as origens desta vaga de crimes, o presidente da Câmara de Lisboa e um seu discreto aliado na própria PJ percebem quem é o autor das mortes: o homem que quiseram transformar em bode expiatório quando começou a correr mal o comércio ilícito de terrenos na zona do projectado aeroporto da Ota. No qual pontificara o presidente da Câmara quando ainda era ministro do Ambiente…E em breve vão estar frente a frente dois homens que, à sua maneira, procuram justiça: o assassino propriamente dito e Joel Franco, que tenta vingar a morte de um amigo de infância em cada homicida que persegue. É bem provável que ambos desafiem a antiquíssima norma que regula a sociedade humana: «Não matarás.»

A Cidade Impura

Paris, 1785, uma cidade em vésperas de revolução. Jean-Baptiste Baratte, um engenheiro de origens humildes, é incumbido pelo ministro do rei de supervisionar a demolição do cemitério Les Innocents. Há décadas que o velho cemitério já não consegue conter os seus mortos e que a sua atmosfera de decadência contamina o ar e a vida dos habitantes vizinhos. Mas o jovem engenheiro vai muito em breve descobrir que nem toda a gente está satisfeita com a sua empreitada. Será um ano de trabalho árduo, de sobressaltos, mas também de grandes ideais, de amizade e amor. "A Cidade Impura" recria com vivacidade o estado de espírito de uma nação oprimida, prestes a derrubar uma classe dirigente desinteressada e corrupta.

A Confissão da Leoa

Um acontecimento real - as sucessivas mortes de pessoas provocadas por ataques de leões numa remota região do norte de Moçambique - é pretexto para Mia Couto escrever um surpreendente romance. Não tanto sobre leões e caçadas, mas sobre homens e mulheres vivendo em condições extremas. A Confissão da Leoa é bem um romance à altura de Terra Sonâmbula e Jesusalém, já conhecidos do leitor português.

A cor do hibisco

Os limites do mundo da jovem Kambili são definidos pelos muros da luxuosa propriedade da família e pelas regras de um pai repressivo. O dia-a-dia é regulado por horários: rezar, dormir, estudar e rezar ainda mais. A sua vida é privilegiada mas o ambiente familiar é tudo menos harmonioso. O pai tem expectativas irreais para a mulher e os filhos, e pune-os severamente quando se mostram menos que perfeitos.Quando um golpe militar ameaça fazer desmoronar a Nigéria, o pai de Kambili envia-a, juntamente com o irmão, para casa da tia. É aí, nessa casa cheia de energia e riso, que ela descobre todo um novo mundo onde os livros não são proibidos, os aromas a caril e a noz-moscada impregnam o ar, e a alegria dos primos ecoa.Esta visita vai despertá-la para a vida e o amor e acabar de vez com o silêncio sufocante que a amordaçava. Mas a sua desobediência vai ter consequências inesperadas...Uma obra sobre a ânsia pela liberdade, o amor e o ódio, e a linha ténue que separa a infância da idade adulta, que marcou a estreia de uma escritora extraordinária.

A culpa é das estrelas

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

A dança da vida

João é o filho mais velho de Jaime e Magali, portenha, amante de milongas. Em Sintra, onde vive com a família, joão manifesta desde menino o gosto pela dança. O sonho de ser bailarino envergonha o pai, que quer ver o filho seguir-lhe os passos na engenharia. Para a mãe, a vocação do filho é motivo de orgulho, uma extensão da sua proópria paixão pelo tango. Como todos os sonhadores, joão não tem a vida facilitada. Entre lutar pelo seu sonho ou abandoná-lo definitivamente, opta por ouvir o coração. E é quando o faz que descobre o verdadeiro amor ao lado da Iris, com quem cria uma relação de cumplicidade eterna. É um romance sobre a importância do "agora", de como é fundamental viver o presente, sem adiar os sonhos e o amor. Ao ritmo do tango e do hip-hop, assistimos à reconstrução de uma família, que, movida pela esperança, encontra uma segunda oportunidade para recriar afectos e reforçar laços.

A Desonra da Sra. Robinson

Ao cair da noite de uma sexta-feira amena de 1850, Isabella Robinson saiu para ir a uma festa. A carruagem onde seguiu sacolejando ao longo das avenidas amplas da New Town georgiana até se imobilizar junto do número 8 do Royal Circus, uma magnífica casa de arenito iluminada por candeeiros de iluminação pública. Aquela era a residência de Lady Drysdale, uma viúva rica e bem relacionada cujos serões eram famosos na cena intelectual da época.Os seus convidados estavam reunidos no salão arejado, de pé alto, que ficava no primeiro piso, as senhoras de vestidos de seda e cetim brilhantes, bem cingidos sobre os espartilhos de osso; os cavalheiros de fraque, colete, gravata e camisa de cerimónia, calças pretas estreitas e sapatos de verniz. Quando a senhora Robinson se juntou ao grupo, foi apresentada à filha e ao genro de Lady Drysdale, Mary e Edward Lane. Ficou imediatamente encantada com o senhor Lane, um estudante de medicina com menos dez anos do que ela.Ele era «fascinante», disse ela ao seu diário, antes de se censurar por ser tão suscetível aos encantos de um homem. Mas apoderara-se dela um desejo, que era difícil de sacudir… Uma cativante história de romance e fidelidade, de fantasia, loucura e os limites da privacidade numa sociedade com ideias bastante rígidas acerca do casamento e da sexualidade feminina. A Desonra da Sra. Robinson dá vida a uma esposa vitoriana complexa, frustrada, que sonhava com a paixão e a descoberta, com o companheirismo e o amor.

A desumanização

«Mais tarde, também eu arrancarei o coração do peito para o secar como um trapo e usar limpando apenas as coisas mais estúpidas.»Passado nos recônditos fiordes islandeses, este romance é a voz de uma menina diferente que nos conta o que sobra depois de perder a irmã gémea. Um livro de profunda delicadeza em que a disciplina da tristeza não impede uma certa redenção e o permanente assombro da beleza.O livro mais plástico de Valter Hugo Mãe. Um livro de ver. Uma utopia de purificar a experiência difícil e maravilhosa de se estar vivo.

A Economia Portuguesa

Depois de um longo período de optimismo entre 1986 e 2000, o pessimismo sobre a economia portuguesa está de regresso. Há razões para isso: nos últimos dez anos, em comparação com os países mais ricos, perdemos um terço do caminho que havíamos recuperado até ao ano 2000. Continuamos em plena década perdida. Neste livro, a evolução da economia portuguesa é analisada desde os anos finais do Estado Novo até à actualidade. Conclui-se que, se desde o 25 de Abril convergimos muito rapidamente em termos institucionais com a Europa desenvolvida (na instauração da democracia e do Estado-Providência), o mesmo não sucedeu em termos económicos. O balanço é decepcionante e as perspectivas de futuro nada animadoras. Para a resolução do seu problema económico, o país neces-sita de se confrontar com decisões políticas extremamente complexas e de grande alcance, que não se vislumbra que venham a ser tomadas nos próximos tempos. A década perdida aqui está — e parece que veio para ficar.

A fábrica da noite

Sete anos depois de ter sido uma das grandes estreias literárias comCaderno Negro, Cláudia Clemente apresenta uma nova colecção de contos onde o fantástico, o erotismo e a solidão são elementos sempre presentes. São histórias com um estilo simples e que comunicam facilmente com diversos tipos de leitores.

A fábula

Uma história alegórica da Primeira Grande Guerra, passada nas trincheiras em França e que trata de um motim num regimento francês. Foi originalmente considerada um afastamento vincado das obras anteriores de Faulkner. Nos últimos tempos começou a ser considerada como um dos seus principais romances e uma parte essencial da obra de Faulkner. O próprio Faulkner combateu na guerra, e as descrições que faz dela «ascendem ao magnífico», segundo oNew York Times, e incluem, nas palavras de Malcolm Cowley, «algumas das cenas mais poderosas que ele alguma vez concebeu.»Este romance foi galardoado tanto com o Pulitzer Prize bem como com o National Book Award em 1955.
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