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Livros para ler nos clubes - catálogo

O terceiro homem

Viena de Áustria, pós-Segunda Guerra, uma cidade dividida e gerida pelas quatro potências aliadas (Rússia, Inglaterra, França e Estados Unidos). Rollo Martins, um romancista de segunda linha, chega à cidade para visitar Harry Lime, o seu inescrupuloso amigo e herói de longa data. Logo descobre que Harry morreu, e em circunstâncias muito suspeitas. Enquanto se faz passar por um célebre escritor, dá início uma investigação por conta própria e procura resposta para a pergunta - o que Harry fez para merecer a morte?O Terceiro Homem(escrito em 1949 como argumento para um filme realizado e interpretado por Orson Welles) é uma das mais importantes narrativas breves de Graham Greene, autor que, como ninguém, se debruçou sobre os meandros do mundo da espionagem e da Guerra Fria.

O teu rosto será o último

Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí. Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu. Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial. Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?

O último homem na torre

O Último Homem na Torreé o novo e muito aguardado romance de Aravind Adiga autor deO Tigre Branco, o celebrado Booker Prize de 2008. A acção passa-se em Mumbai (Bombaim), uma imensa metrópole onde coexistem mundos de pobreza e privação, uma gananciosa e empreendedora camada de novos-ricos e uma pequena burguesia orgulhosa das suas tradições e dos seus princípios morais… É o caso dos moradores das Torres A e B, propriedade da Cooperativa de Habitação Vishram, inaugurada em 1959. Apesar de todos os problemas que afligem os moradores, quando o empresário e construtor civil Dharmen Shah lhes oferece uma generosa indemnização para que deixem as suas casas a fim de ali construir um luxuoso complexo de apartamentos, a primeira reacção destes é de recusa. O contrato contém no entanto uma cláusula perversa, que pouco a pouco irá minar os laços de solidariedade entre os vizinhos e fazer subir o clima de tensão entre todos, colocando-os em situações limite. Nesta galeria de tipos humanos, que seduz pela sua diversidade e riqueza, reflecte-se a própria cidade, afinal a grande protagonista deste romance.

O último segredo

Uma paleógrafa é brutalmente assassinada na Biblioteca Vaticana quando consultava um dos mais antigos manuscritos da Bíblia, oCodex Vaticanus. A polícia italiana convoca o célebre historiador e criptanalista português, Tomás Noronha, e mostra-lhe uma estranha mensagem deixada pelo assassino ao lado do cadáver.A inspectora encarregada do caso é Valentina Ferro, uma beldade italiana que convence Tomás a ajuda-la no inquérito. Mas a sucessão de homicídios semelhantes noutros pontos do globo leva os dois investigadores a suspeitarem de que as vítimas estariam envolvidas em algo que as transcendia.Na busca da solução para os crimes, Tomás e Valentina põem-se no trilho dos enigmas da Bíblia, uma demanda que os conduzirá à Terra Santa e os colocará diante do último segredo do Novo Testamento. A verdadeira identidade de Cristo.Baseando-se em informações históricas genuínas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra excepcional como o grande mestre do mistério. Mais do que um notável romance,O Último Segredodesvenda-nos a chave do mais desconcertante enigma das Escrituras.

O último testamento

 O exército americano entra em Bagdade e assume o controlo da capital iraquiana. Durante o caos que se segue, milhares de pessoas aproveitam para saquear o Museu Nacional de Antiguidades. Entre elas, um rapaz de 15 anos, que rouba uma peça ancestral, ignorando que o seu acto pode vir a desencadear a guerra que porá fim a todas as guerras. Anos mais tarde, na véspera do histórico acordo de paz entre Israelitas e Palestinianos, os guarda-costas do primeiro-ministro israelita abatem um presumível assassino. Mas o que eles pensaram ser uma arma era apenas um bilhete manchado de sangue. Com a escalada de tensão no Médio Oriente a atingir um ponto crítico, Washington decide enviar para a região a sua principal mediadora de acordos de paz: Maggie Costello, que de imediato se depara com violência extrema, mortes inexplicáveis e segredos ancestrais. Mas Maggie não só tem velhos pecados por expiar como parece ser quem guarda a chave para o último enigma da Bíblia. A sua chocante revelação pode resolver o mais antigo conflito à face da Terra… ou deixar o planeta em ruínas.

O velho e o mar

O Velho e o Mar é, porventura, a obra-prima de maturidade de E. Hemingway. Santiago, um velho pescador cubano, minado por um cancro de pele que o devora cruelmente, está há quase três meses sem conseguir pescar um único peixe. Vai então bater-se, durante quatro dias, com um enorme espadarte, que conseguirá de facto capturar, para logo o ver ser devorado por um grupo de tubarões. Esta aventura poética, onde Hemingway retrata, uma vez mais, a capacidade do homem para fazer face e superar com sucesso os dramas e as dificuldades da vida real, é seguramente uma das suas obras mais comoventes e aquela que mais entusiasmo tem suscitado, ao longo de mais de meio século, entre os seus fiéis leitores.

O vento assobiando nas gruas

O Vento Assobiando nas Gruasé um livro ancorado sobre dois mundos - um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África. Dois mundos, à primeira vista irreconciliáveis, e no entanto, a aproximá-los, por obra do acaso, caminha desde a primeira página a figura de Milene Leandro, a rapariga singular, para quem tudo nasce pela primeira vez, e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos. Figura central, é precisamente através das mãos de Milene que o leitor entra na primeira página, e é ainda com ela que encerra a última, depois de ter conhecido a suas expensas o caso de um amor, de um crime e de um silêncio para sempre selado. Por isso mesmo, o seu olhar desprevenido sobre a vida, o bem e o mal, assim como a avaliação que faz deste mundo, constituem a verdadeira matéria orgânica que constrói este livro.

O visconde partido ao meio

Esta obra de Italo Calvino foi editada em 1952 em Itália e traduzida para inglês em 1962.

Orgulho e preconceito

Uma clássica história de amor e mal-entendidos que se desenrola em finais do século XVIII e retrata de forma acutilante o mundo da pequena burguesia inglesa desse tempo. Um mundo espartilhado por preconceitos de classe, interesses mesquinhos e vaidades sociais, mas que, no romance, acabam por ceder lugar a valores mais nobres: o amor.As cinco irmãs Bennet, Elizabeth, Jane, Lydia, Mary e Kitty, foram criadas por uma mãe cujo único objetivo na vida é encontrar maridos que assegurem o futuro das filhas. Mas Elizabeth, inteligente e sagaz, está decidida a ter uma vida diferente da que lhe foi destinada.Quando Mr. Bingley, um jovem solteiro rico, se muda para uma mansão vizinha, as Bennet entram em alvoroço…

Os anagramas de Varsóvia

Um romance policial arrepiante e soberbamente escrito passado no gueto judaico de Varsóvia. Narrado por um homem que por todas as razões devia estar morto e que pode estar a mentir sobre a sua identidade… No Outono de 1940, os nazis encerraram quatrocentos mil judeus numa pequena área da capital da Polónia, criando uma ilha urbana cortada do mundo exterior. Erik Cohen, um velho psiquiatra, é forçado a mudar-se para um minúsculo apartamento com a sobrinha e o seu adorado sobrinho-neto de nove anos, Adam.Num dia de frio cortante, Adam desaparece. Na manhã seguinte, o seu corpo é descoberto na vedação de arame farpado que rodeia o gueto. Uma das pernas do rapaz foi cortada e um pequeno pedaço de cordel deixado na sua boca. Por que razão terá o cadáver sido profanado? Erik luta contra a sua raiva avassaladora e o seu desespero jurando descobrir o assassino do sobrinho para vingar a sua morte. Um amigo de infância, Izzy, cuja coragem e sentido de humor impedem Erik de perder a confiança, junta-se-lhe nessa busca perigosa e desesperada. Em breve outro cadáver aparece - desta vez o de uma rapariga, a quem foi cortada uma das mãos. As provas começam a apontar para um traidor judeu que atrai crianças para a morte. Neste thriller histórico profundamente comovente e sombrio, Erik e Izzy levam o leitor até aos recantos mais proibidos de Varsóvia e aos mais heróicos recantos do coração humano.

Os Anos

"Os Anos" conhecem agora uma nova edição após a última publicação em Portugal ter sido realizada em 1992. Penúltimo livro (1937) de Virginia Woolf antes de se suicidar em Março de 1941, traça a vida de três gerações da família Pargiter desde 1880 até à década de 30 do século XX. Com a passagem do tempo, a família vai sendo esmagada pela pressão da guerra, pelas restrições sociais do patriarcado, do capitalismo e do Império, e pela ameaça crescente do fascismo. Diferentes gerações confrontam-se e há um sentimento de esperança contrário à opressão da época vitoriana. Os Anos marcam assim a carreira de Virginia Woolf como a obra que a celebrizou.

Os Cantos

Descendente de uma ilustre família açoriana, José do Canto apaixonou desde logo Maria Filomena Mónica que lhe dedica a obra que já classificou como o "livro da sua vida". Nascido em 1820, José do Canto era, no sentido próprio do termo, um "vitoriano". Apesar de natural de São Miguel e não de Inglaterra, a sua cultura era cosmopolita, sem no entanto jamais deixar de ter saudades da neblina, do mar e das laranjeiras da sua ilha - que queria perfeita. Foi por isso que a deixou e, por isso, que, muitos anos passados, a ela voltou. Nesta obra biográfica, Maria Filomena Mónica conta a história desta família em várias gerações, num retrato vívido e apaixonante de uma época.
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