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Livros para ler nos clubes - catálogo

Os olhos amarelos dos crocodilos

Este é um romance sobre uma mentira, mas também sobre a amizade e o amor, o dinheiro e a traição, o medo e a ambição.A acção desenrola-se em Paris. Duas irmãs. Iris é uma mulher muito bonita, rica, elegante e sofisticada, mas vive desencantada com a vida e com o seu casamento. Joséphine é uma intelectual, historiadora, muito menos bonita do que a irmã e com uma vida bem mais difícil. Casada, tem duas filhas, vive nos subúrbios e trabalha para pagar as contas.Certo dia, num jantar, Iris faz-se passar por escritora. Presa na sua mentira, convence a irmã a escrever o livro que ela própria assinará. Abandonada pelo marido, cheia de dívidas, Joséphine submete-se, como sempre, aos caprichos da irmã. Mas esta é uma decisão que vai mudar o destino destas duas mulheres.A escritora francesa Katherine Pancol traça com mestria um retrato real e vivo de mulheres que tentam triunfar na carreira profissional, na vida familiar e alcançar o reconhecimento social. Mas que, por baixo desta aparente vida de sucesso, escondem uma profunda infelicidade, falta de confiança e frustração.Os Olhos Amarelos dos Crocodilosé uma verdadeira lição de vida. Este romance, um verdadeirobest-sellerem Espanha e França, dá-nos a conhecer as mulheres que somos, as que queremos ser, as que nunca seremos e as que talvez sejamos um dia. Mulheres à procura de um caminho na vida, em busca de si próprias e à descoberta de novos amores.

Os pecados de lord Easterbrook

Christian é excêntrico, enigmático, o mais famoso recluso da aristocracia inglesa. Vive isolado, não tem amigos e o seu coração nunca foi tomado por ninguém... com excepção de Leona, uma mulher determinada, exótica, belíssima. Mas isso aconteceu em Macau, naquela que parece ter sido uma outra vida. As notícias da chegada de Leona a Londres deixam-no aturdido. Christian decide então que nada o impedirá de finalmente a possuir. Não podia saber que entre as famílias de ambos pulsam segredos impossíveis de ignorar... e que o grande amor da sua vida acalenta um mortal desejo de vingança! Uma viagem no tempo até uma era marcada por escândalos, intriga e desejos secretos, no novo e sensual romance de Madeline Hunter: a história de um homem capaz de arriscar tudo pela mulher que ama - até a revelação do seu mais secreto pecado.

Os pilares da terra

Do mesmo autor dothriller "A Ameaça", chega-nos o primeiro volume de um arrebatador romance histórico que se revelou ser uma obra-prima aclamada pela comunidade de leitores de vários países que num verdadeiro fenómeno de passa-palavra a catapultaram para a ribalta. Originalmente publicado em 1989, veio para o nosso país em 1995, publicado por outra editora portuguesa, recuperando-o agora a Presença para dar continuidade às obras de Ken Follett. O seu estilo inconfundível de mestre dosuspensedenota-se no desenrolar desta história épica, tecida por intrigas, aventura e luta política. A trama centra-se no século XII, em Inglaterra, onde um pedreiro persegue o sonho de edificar uma catedral gótica, digna de tocar os céus. Em redor desta ambição soberba, o leitor vai acompanhando um quadro composto por várias personagens, colorido e rico em acção e descrição de um período da Idade Média a que não faltou emotividade, poder, vingança e traição. Conheça o trabalho de um autêntico mestre da palavra naquela que é considerada a sua obra de eleição

Os vários sabores da vida

Londres, 1896. Robert Wallis, um boémio aspirante a poeta, aceita a proposta de um enigmático mercador de café para compor um "vocabulário de cafés" que capte os seus variados e ricos sabores. Inebriado pelos seus arrebatadores aromas, e pela ainda mais arrebatadora presença de Emily, a filha do mercador, Robert apaixona-se perdidamente. O mundo de Emily é igualmente abalado por esta proximidade: a pouco e pouco, também ela descobre que não é possível despertar alguns sentidos sem desafiar outros. A contragosto, Robert parte para África em busca da origem do melhor café do mundo. O exotismo do continente africano apanha-o de surpresa. Tudo o que Wallis julgava saber - sobre café, amor e ele próprio - começa a ser questionado… Uma arrebatadora e sensual história de amor que atravessa duas décadas e três continentes, Os Vários Sabores da Vida é um exótico e inesquecível festim para os sentidos, do autor de Receitas de Amor e Noivas de Guerra.

Ouvir, Falar, Amar

Pelos frutos se conhecem as árvores, eis um dos provérbios favoritos de Alberto de Brito, padre jesuíta especializado em Relações Humanas e Comunicação Interpessoal. Os frutos e as árvores são, porventura, um dos critérios mais selectivos em matéria de comunicação e aquele que permite medir e afinar a qualidade das relações. A metáfora serve para pais e filhos, professores e alunos, chefes e subordinados, em todos os universos pessoais, familiares e profissionais que habitamos e onde temos um papel a desempenhar. Manter o ar limpo nas relações é essencial e importa aprender a calibrar a luz e a sombra, bem como a distância e a proximidade necessárias para colher bons frutos. O nosso ecossistema é complexo e é preciso tratá-lo com carinho e respeito, como diz Alberto de Brito nesta série de conversas sobre comunicação e relações humanas. Laurinda Alves viajou até Bruxelas, ao encontro de Alberto de Brito, e o jesuíta respondeu a muitas das suas interrogações, abrindo novos caminhos a novas perguntas, ou não fosse ele um especialista em Comunicação e Relações Humanas. No encontro entre dois grandes comunicadores, houve também espaço para falar do amor: o amor pelas palavras, pelo diálogo e pela partilha; o amor como vontade e decisão de quem quer construir com futuro; o amor que cresce na cumplicidade, no conhecimento e na aceitação do outro.

Para onde vão os guarda-chuvas

O pano de fundo deste romance é um Oriente efabulado, baseado no que pensamos que foi o seu passado e acreditamos ser o seu presente, com tudo o que esse Oriente tem de mágico, de diferente e de perverso. Conta a história de um homem que ambiciona ser invisível, de uma criança que gostaria de voar como um avião, de uma mulher que quer casar com um homem de olhos azuis, de um poeta profundamente mudo, de um general russo que é uma espécie de galo de luta, de uma mulher cujos cabelos fogem de uma gaiola, de um indiano apaixonado e de um rapaz que tem o universo inteiro dentro da boca.Um magnífico romance que abre com uma história ilustrada para crianças que já não acreditam no Pai Natal e se desdobra numa sublime tapeçaria de vidas, tecida com os fios e as cores das coisas que encontramos, perdemos e esperamos reencontrar.Entre os 5.000 exemplares da primeira edição, existem 2 que são completamente diferentes: um é a versão diurna do romance, outro a sua versão nocturna. Os leitores estão convidados a descobrir se o seu exemplar é um dos livros especiais.Os 2 vencedores terão direito a uma oferta de livros do catálogo da Alfaguara.

Para sempre

DesdeVai Aonde Te Leva o Coraçãoque Susanna Tamaro não escrevia uma história de amor tão rica, intensa e poética como esta. O protagonista é Matteo, um homem que vive há vários anos no cimo de uma montanha e se confronta diariamente com a sua própria consciência através de um fluxo de recordações que nos vão revelando as personagens e os acontecimentos que determinaram o seu passado e o conduziram até ali.Para Sempreé uma narrativa extraordinária que toca os temas mais relevantes da nossa existência com uma simplicidade rara que nunca deixa de nos fascinar.

Para ti, uma nova vida

Sempre que ia fazer surf para o Guincho, Cristina esquecia-se do resto do mundo. Para ela havia, nesses momentos, apenas o seu corpo na prancha e a imensidão azul do céu e do mar. No embalo das ondas não pensava na sua agenda totalmente preenchida, nas inúmeras solicitações que tinha enquanto mulher de um sucedido empresário da comunicação social e directora de uma recente aquisição do marido, o diário "O Popular". Esquecimento e desafio, era isso que procurava em cada ida ao Guincho. Mas a beleza pura e agreste daquela praia viria a evocar-lhe, um dia, bem mais do que isso, e ao contemplá-la seria invadida por uma outra beleza que se misturava com aquela, mas que tinha tonalidades incrivelmente profundas e ricas. Conheceria Miguel ali e seria ali que iria sentir a força e o espírito de um amor intenso, corajoso e rebelde, um amor que viria a mudar para sempre a tragectória da sua vida. Mas, por enquanto, Cristina concentrava-se apenas nos tubos azuis e brancos das ondas e não sonhava ainda que viria a apaixonar-se por um dos jornalistas mais creditados d'"O Popular". Primeiro romance de Tiago Rebelo, «Para ti Uma Vida Nova» reveste-se de um inequívoco interesse literário tanto pela qualidade narrativa quanto pela construção do próprio enredo, bem estruturado e surpreendente.

Pegadas na areia

Quase todas as pessoas já leram ou ouviram, pelo menos uma vez, o poema "Pegadas na Areia". Alguém observa a trajectória da sua vida na forma de pegadas deixadas na areia. Ao lado das suas, há outro par de pegadas, numa metáfora de que o Senhor sempre caminha ao lado daqueles que n'Ele confiam. Uma noite tive um sonho. Estava a passear na praia com o meu Senhor. Pelo céu escuro passavam cenas da minha vida. Por cada cena, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia, um que me pertencia e outro ao meu Senhor. O poema foi escrito em 1964 por Margaret Fishback, uma jovem que procurava orientação numa encruzilhada da sua vida. A criação do poema, a sua perda subsequente e a sua espantosa redescoberta estão interligados com a história do encontro de Margaret com o seu marido Paul e os desafios e alegrias da sua vida em conjunto. Esta história proporcionará renovação espiritual e emocional a qualquer leitor que queira conhecer a verdadeira origem de um poema que, ao longo de décadas, passando de mão em mão, impresso, divulgado na Internet, dito, atribuído aos mais variados autores ou a nenhum, tem inspirado e confortado muitos milhares de pessoas no mundo inteiro.

Pensa num número

Pelo correio chega uma série de cartas perturbadoras que terminam com uma declaração inquietante: «Pensa num número qualquer até mil, o primeiro que te vier à cabeça... Repara agora como eu conheço bem os teus segredos.» Estranhamente, aqueles que obedecem constatam que o remetente de tais cartas previu com precisão a sua escolha. Para Dave Gurney, um inspetor de homicídios recém-reformado da Polícia de Nova Iorque e amigo de um dos alvos das missivas, o que primeiro lhe pareceu um caso estranho depressa se transforma num complicado quebra-cabeças que levará a uma investigação em grande escala na busca de um pérfido assassino em série.Convidado como consultor pelo gabinete do procurador, em pouco tempo Gurney consegue alguns avanços na descoberta de pistas que a polícia local negligenciara. Ainda assim, diante de um adversário que parece ter o dom da clarividência e antecipar-se a todos os passos, vê os seus melhores esforços dissiparem-se como areia por entre os dedos. Terá encontrado, ao fim de vinte e cinco anos de carreira exemplar, um adversário capaz de o vencer?Considerado pela crítica internacional uma obra-prima do suspense,Pensa num Núm3rodá-nos a conhecer uma personagem fascinante, capaz de rivalizar com Sherlock Holmes ou Poirot.

Pensageiro Frequente

«A partida de futebol é sempre mais queoresultado.O mais belo numjogo éo que não se converte em pontos de classificação, é aquilo que escapa ao relatadordarádio,sãoossuspiroseossilêncios,os olhares e os gestos mudos de quem joga dentro e fora das quatro linhas.» Um reencontro com a escrita de Mia Couto num livro que se abre como uma aguarela das terras e das gentes de Moçambique.

Pequeno Almoço com Sócrates

Se organizássemos uma festa, que conselhos nos daria Maquiavel? E antes de uma noite de sexo, deveríamos consultar Aristófanes? Ou o infame Georges Bataille? O que diriam os grandes pensadores sobre os gestos banais do nosso dia-a-dia? Parafraseando Annie Dillard, o modo como passamos os dias é o modo como passamos a vida. Não deveríamos então prestar mais atenção aos actos rotineiros que fazem o nosso quotidiano? O filósofo e jornalista Robert Rowland Smith propõe-nos uma viagem guiada pela história da filosofia, ao longo de 24 horas. O autor imagina o que diriam os maiores pensadores de todos os tempos sobre os momentos chave do dia, desde o momento que acordamos (e passamos a existir, como argumentaria Descartes), até à altura em que adormecemos (com Jung por companhia, a explicar-nos o porquê dos sonhos). Obra de uma rara inteligência, Pequeno Almoço com Sócrates usa a filosofia, a literatura, a arte e a psicologia para nos revelar o extraordinário significado da rotina. E ao fazê-lo, ilumina o nosso dia a dia, convida-nos a uma divertida reflexão sobre actos só aparentemente banais.
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