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Livros para ler nos clubes - catálogo

Salazar

A primeira biografia académica escrita sobre Salazar. O autor, Filipe Ribeiro de Meneses, é um investigador português a leccionar actualmente na University of Ireland, na Irlanda: «... as consequências das decisões de Salazar eram sentidas por povos na Europa, África e Ásia. Salazar reconfigurou a política portuguesa, embora não tivesse partidários pessoais nem estivesse disposto a cortejar a opinião pública para os conquistar. Guiou o seu país através do campo minado da diplomacia e política da Guerra Civil de Espanha e da II Guerra Mundial, emergindo incólume da última, não obstante as suas idiossincráticas alianças políticas e a sua neutralidade em tempo de guerra. Sob Salazar, Portugal foi membro fundador da NATO e da EFTA e diligenciou no sentido de se associar à CEE. Simultaneamente, recusou-se a aceitar a inevitabilidade da descolonização, mantendo as suas colónias africanas e asiáticas e desenvolvendo uma aliança flexível com a Rodésia e a África do Sul para proteger as suas mais preciosas possessões, Angola e Moçambique. Quando Salazar saiu de cena, Portugal era alvo de críticas infindáveis nas Nações Unidas e perdera para a União Indiana o grandiosamente intitulado Estado Português da Índia, mantendo todavia a sua atitude de desafio perante o resto do mundo.

Se eu ficar

Numa manhã de Fevereiro, quando Mia, uma jovem de dezassete anos, acorda, as suas preocupações giram em torno de decisões normais para alguém da sua idade: permanecer junto da família, dos amigos e do namorado ou ir para Nova Iorque para se dedicar à sua paixão. Vendido para 14 países, "bestseller" do 'New York Times' nos EUA e da 'Livres Hebdo' em França. Considerado um dos 10 melhores livros juvenis de 2009 segundo a AMAZON.COM e a revista 'Publisher's Weekly'.

Se Fosse Fácil Era Para os Outros

O narrador parte com quatro amigos, todos eles a atravessarem uma fase menos boa nas suas vidas, para uma viagem através dos Estados Unidos da América. De Nova Iorque até ao Sul profundo e em seguida para o Norte, até às Cataratas do Niagara, já na fronteira com o Canadá, atravessam um país de profundos contrastes onde vão viver aventuras umas vezes divertidas, outras perigosas, se não mesmo fatais. A viagem é, para cada um deles, um encontro sem concessões consigo mesmo e com as memórias de vidas muito diferentes, em que tudo se joga e às vezes tudo se perde, mesmo a vida. SE FOSSE FÁCIL ERA PARA OS OUTROS, o terceiro romance de Rui Cardoso Martins, é uma leitura viva, empolgante, eficazmente servida por um estilo a que o autor nos tem habituado nos argumentos dos filmes e nas crónicas de jornal.

Segue o coração

Londres, 1842. Bastará uma boa acção para levar Matilda Jennings das ruelas lamacentas de Londres rumo às cintilantes luzes da América... Aquele podia ter sido um dia como tantos outros na vida de Matilda, uma pobre vendedora de flores. Mas aquele é o dia em que Matilda salva a vida de uma criança e recebe a mais preciosa das dádivas: a oportunidade de fugir da miséria e construir uma nova vida. Em breve trocará os bairros degradados de Londres pelos recantos misteriosos de Nova Iorque, as planícies do Oeste Selvagem e a febre do ouro em São Francisco. Munida apenas da sua coragem, beleza e inteligência, a jovem está apostada em ditar o seu destino, nem que para tal tenha de lutar contra tudo e todos. A sua rebeldia condena-a à solidão. Mas um dia também ela viverá as emoções de um verdadeiro amor. Um amor que terá de suportar a separação, a guerra e os tormentos do nascimento de uma nova nação. Será no Novo Mundo que Matilda vai aprender o que a sua infância não lhe ensinou: que todos nascem iguais, que a coragem e a generosidade são o que de mais nobre pulsa no coração humano, e que, por mais doloroso que seja, a vida tem de continuar e nunca se deve olhar para trás.

Seis suspeitos

Até mesmo no crime há um sistema de castas... Vicky Rai, um "playboy" filho de um influente político indiano, mata a jovem Ruby num restaurante em Nova Deli apenas porque ela recusa servir-lhe uma bebida. Sete anos depois, Vicky é julgado e absolvido pelo seu crime. E decide celebrar com uma festa de arromba. Mas esta festa vai ter um final inesperado quando Vicky é encontrado... morto. Entre os 300 glamorosos convidados, a polícia encontra seis pessoas estranhas e deslocadas naquele meio, todas elas com algo em comum. Cada um deles teve motivos mais do que suficientes para premir o gatilho. Inspirado em acontecimentos reais, o muito aguardado segundo romance de Vikas Swarup é um livro de leitura compulsiva que oferece um olhar perspicaz sobre a alma e coração da Índia contemporânea.

Sete dias no Mundo da Arte

Com os valores do mercado da arte contemporânea a aumentarem exponencialmente de leilão para leilão, apesar da crise económica, o interesse por este mercado está a atrair mais público, principalmente novos investidores. “O interesse crescente por este mercado atrai novos potenciais compradores e a arte contemporânea tornou-se numa espécie de crença para os ateus que não acreditam em Deus, mas frequentam as feiras de arte”, defende a autora deste livro, Sarah Thornton. Sendo um mundo “fechado” para alguns, este texto vem apresentar-lhe as várias vertentes deste universo e revelar-lhe o trabalho efectuado por diferentes instituições para colocar um novo artista no mercado da arte. Ao longo de uma leitura descritiva, a autora conduz-nos através das subculturas que caracterizam o mundo da arte contemporânea nos dias de hoje. Foram necessários cinco anos para escrever este livro que cobre várias realidades em diferentes países e cidades do mundo, desde Nova Iorque, Los Angelos, Londres, Veneza, Tóquio e Basileia. Esta investigadora fez entrevistas a mais de 250 personalidades que operam no mercado da arte, desde curadores, coleccionadores, leiloeiros e artistas. O leitor consegue, em cada um dos sete capítulos (sete dias), entrar num contexto relacionado com a arte: os leilões, as feiras, as bienais, os prémios, as revistas da especialidade, o meio académico e o estúdio do artista. Esta obra foi traduzida em mais de 12 países e foi considerada o melhor livro de arte do ano de 2008 pelo jornal The New York Times.

Sexta -feira ou a vida selvagem

Livro recomendado no programa de português do 8º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada na sala de aula - Grau de Dificuldade II.Robinson não poderá nunca voltar ao mundo que deixou. Então, palmo a palmo, edifica o seu pequeno reino. Tem uma casa, fortalezas para se defender e um criado, Sexta-Feira, que lhe é dedicado de alma e coração. Tem mesmo um cão, que envelhece calmamente ao sol de Speranza. A ilha é um pequeno baluarte de civilização e tudo parece ir pelo melhor. A verdade é que todos três se aborrecem. Sexta-Feira nada compreende da organização, das leis, dos rituais que tanto agradam a Robinson. Escapa-lhe a razão de ser dos campos cultivados, dos rebanhos, das fortalezas. Mas então dá-se um acontecimento inesperado¿ Esta obra é uma versão adaptada de «Vendredi ou Les Limbes du Pacifique», do mesmo autor.

Sita Valles

Em Portugal, poucos saberão quem foi Sita Valles, a jovem revolucionária fuzilada há mais de 30 anos em Angola. No entanto, a sua aura continua viva entre gerações de estudantes universitários comunistas e de outras esquerdas que a conheceram, no início dos anos 70, sobretudo nas faculdades de Medicina de Lisboa e Luanda. Foi uma grande líder do movimento estudantil e um quadro estimado da União dos Estudantes Comunistas. Siat Valles teve uma vida muito breve (1951-1977). Mas intensa. Desde que tomou consciência das injustiças do mundo, não mais deixou de ser um torbilhão político. Muito activa, quer na clandestinidade, quer em democracia, ela lutou por uma sociedades melhor. Sita Valles era uma «luso-angolana». Nasceu em Cabinda, quando ainda pertencia ao império colonial português, e depois da indepedência optou pela nacionalidade angolana. No 25 de Abril de 1974 estudava Medicina em Lisboa, mas no Verão Quente regressou à que pensava ser a sua terra. Na República Popular de Angola defendeu a ortodoxia soviética em supostos tempos de democracia. Ali acabou por ser acusada, sem direito a contraditório, de ser um dos cérebros do alegado "putsch", 27 de Maio de 1977. E ali foi fuzilada, pensa-se, em Agosto desse ano.

Smilla e os mistérios da neve

Smilla Jaspersen tem a neve em muito melhor conta do que o amor. Ela é especialista das propriedades físicas do gelo e vive num mundo de números, ciência e memórias. E, agora, está convencida de que ocorreu um crime terrível cuja vítima é Isaiah, um rapaz de seis anos. Para além da amizade que os unia, Smilla e Isaiah tinham em comum o facto de pertencerem à pequena comunidade de esquimós a viver em Copenhaga. Quando as conclusões do inquérito oficial apontam para acidente, Smilla suspeita. E à medida que reúne informação sobre o caso, apercebe-se das suas sombrias ligações. De uma expedição secreta à Gronelândia a uma estranha conspiração que data da Segunda Guerra Mundial, muito parece estar por explicar. Pelo seu amigo e por si, ela embarca numa jornada arrepiante de mentiras, revelações e violência que a levará de volta ao mundo branco que em tempos deixou para trás e onde um segredo explosivo aguarda debaixo do gelo.

Sôbolos Rios que vão

Entre os últimos dias de Março e os primeiros de Abril de 2007, depois de uma operação grave, o narrador, entre as dores e a confusão provocada pela anestesia e pelos medicamentos, recupera fragmentos da sua vida e das pessoas que a atravessaram: os pais e os avós, a vila da sua infância, a natureza da serra os amores e desamores. Como um rio que corre, vamos vivendo com ele as humilhações da doença, a proximidade da morte, e o chamamento da vida.

Solar

O novo romance de um dos autores maiores da Literatura contemporânea. Mais uma vez, a capacidade de Ian McEwan para surpreender o leitor. A mesma liberdade e originalidade no que se refere ao estilo, às soluções narrativas e ao enredo. O tema das alterações climáticas - também ele inesperado numa obra de ficção de grande qualidade literária - serve de pretexto para a exposição das fragilidades humanas, individuais e colectivas. Permeada de humor e diálogos magistrais, a narrativa prende de imediato o leitor, permitindo-lhe uma auto-aprendizagem da qual retirará grande prazer.

Soluções Espirituais

Qualquer que seja a nossa situação profissional, familiar, financeira ou afetiva, todos nos deparamos com situações que exigem soluções adequadas. O que Deepak Chopra nos oferece em "Soluções Espirituais" é uma orientação espiritual que promove o encontro com o nosso eu verdadeiro, e quando esse maravilhoso encontro tem lugar, passamos a encarar os nossos problemas como oportunidades criativas de crescimento espiritual. Deepak Chopra centra-se nas quatro principais áreas da vida – relacionamentos, saúde e bem-estar, sucesso e crescimento pessoal - e mostra-nos como alcançar o estado de expansão da consciência, o estado em que não existem problemas, só soluções.
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