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Livros para ler nos clubes - catálogo

A fúria das vinhas

Uma história emocionante passada nos socalcos do Douro no tempo em que se abriam as portas da ciência e do conhecimento.Este romance recupera factos e histórias que Francisco Moita Flores não incluiu na série que escreveu para a RTP com o títuloA Ferreirinha. Narra a epopeia da luta contra a filoxera, uma praga que, na segunda metade do século XIX, ia destruindo definitivamente as vinhas do Douro. Na mesma altura em que, por toda a Europa, surgiam as primeiras técnicas e tentativas de criação de um método para a investigação criminal.Moita Flores criou um bacharel detective - Vespúcio Ortigão - que, na Régua, persegue umserial killer, confrontando-se com o medo, com as superstições, com as crenças do Portugal Antigo que, temente a Deus e ao Demónio, estremecia perante o flagelo da praga e dos crimes. É uma ficção, é certo, mas também um retalho de vida feita de muitos caminhos que a memória vai aconchegando conforme pode.

A história de Edgar Sawtelle

Edgar vive com a família numa pequena quinta de Wisconsin. Impera a harmonia. Há gerações que se dedicam à criação de cães e nem mesmo a mudez do filho os parece perturbar. Edgar pode não conseguir falar mas o seu mundo é tudo menos silencioso. A chegada do tio paterno, a súbita morte do pai e o envolvimento amoroso do tio com a mãe, lançam Edgar numa odisseia pessoal de sobrevivência e de procura da verdade. Um enredo a lembrar o dilema de Hamlet, aclamado pela crítica. Uma das grandes revelações literárias do ano, «A História de Edgar Sawtelle» é uma daquelas raras obras que, a par dos grandes clássicos, encontramos de tempos a tempos.

A humilhação

Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. O seu Falstaff, o seu Peer Gynt, o seu Tio Vânia, todos os seus grandes papéis, "desfizeram-se em ar, em ar leve". Quando sobe ao palco sente-se louco e faz figura de idiota. Esgotou-se a confiança nas suas faculdades; imagina que as pessoas se riem dele, já não consegue fingir que é outra pessoa. "Houve qualquer coisa de fundamental que desapareceu". A mulher foi-se embora, o público abandonou-o, o agente não consegue convencê-lo a reentrar em cena.Dentro deste relato demolidor de auto-esvaziamento inexplicável e aterrador eclode um contragolpe de invulgar desejo erótico, uma consolação para uma vida infeliz, tão cheia de risco e aberração que não aponta para o apaziguamento e a gratificação mas sim para um fim mais tenebroso e pungente. Nesta longa jornada para a noite, relatada com a inimitável acutilância, verve e densidade de Roth, todas as ferramentas de que lançamos mão para nos convencermos da nossa solidariedade, tudo o que fomos nas nossas vidas - o talento, o amor, o sexo, a esperança, a energia, a reputação - tudo é posto a nu.

A lança do deserto

O Sol põe-se sobre a Humanidade. A noite pertence agora a demónios vorazes que se materializam com a escuridão e que caçam, sem tréguas, uma população quase extinta, forçada a acobardar-se atrás da segurança de guardas de poder semi-esquecidas. Mas estas guardas apenas servem para manter os demónios à distância e as lendas falam de um Libertador; um general, alguns chamar-lhe-iam profeta, que em tempos uniu a Humanidade e derrotou os demónios. No entanto esses tempos, se alguma vez existiram, pertencem a um passado distante. Os demónios estão de volta e o Libertador é apenas um mito... Ou será que não?

A literatura nazi nas Américas

Uma enciclopédia ficcional composta de pequenas biografias de autores pan-americanos imaginários. Estes nazis literários - fascistas, fanáticos e reaccionários - são retratados numa galeria de medíocres alienados, snobes, oportunistas, narcisistas e criminosos. Numa entrevista, Roberto Bolaño referiu-se aos seus autores nazis na América como uma metáfora do mundo das letras, às vezes heróico, outras desprezível. E, na verdade, ainda que inventados, estes escritores são personagens de histórias, essas sim reais, de grandes nomes da Literatura das américas.

A luz e a sombra

O que é a Sombra? A Sombra é tudo aquilo que nós não queremos ser, mas somos. É tudo aquilo que tentamos esconder dos outros e de nós próprios. É aquela fúria inesperada que nos leva a ir contra a nossa própria natureza, é aquele desejo insano de cair em tentação. A Sombra, porém, tem um lado luminoso, resplandecente, que raras vezes conseguimos ver. Se conhecermos a Sombra, se tivermos coragem de a olhar de frente, descobriremos um amigo secreto, que nos acompanhará toda a vida. Em vez de ignorar esse poder, em vez de tentar reprimir os momentos em que perdemos o controlo das nossas vidas, devemos chamar a nós essa força, abraçá-la, acarinhá-la. E então descobriremos que mesmo na noite mais escura brilham as estrelas, que mesmo nos nossos dias mais negros encontramos a Luz. Guiados por três dos maiores mestres contemporâneos, Deepak Chopra, Debbie Ford e Marianne Williamson, vamos reconciliar-nos com a nossa Sombra, vamos reassumir o nosso poder - e só então poderemos ser livres de perseguir os nossos sonhos e mudar a nossa vida.

A mão de Fátima

A história de um jovem dividido entre duas religiões e dois amores, em busca da sua liberdade e da do seu povo, na Andaluzia do século XVI. 1568. Depois de derrotados por Isabel, a Católica, a comunidade muçulmana andaluza sobrevive com muitas dificuldades, sob a constante repressão dos Cristãos, mas depressa o descontentamento dá lugar a uma sanguinária revolta. Entre os revoltosos encontra-se Hernando, um jovem desprezado pelo seu próprio povo e maltradado por Brahim, o seu padrasto. Dotado de uma extraordinária habilidade para lidar com animais, Hernando salva a vida ao filho de uma jovem belíssima, Fátima. Dividido entre a fé que lhe foi incutida e as atrocidades que vê serem cometidas em nome de Alá, o seu coração impele-o a ajudar um nobre cristão, obtendo a sua eterna gratidão. Porém, a sua coragem e honestidade também lhe granjeiam alguns inimigos, sobretudo o seu cruel padrasto que, aproveitando-se da morte do rei, consegue condenar Hernando à escravatura e desposar a bela Fátima, o grande amor do enteado.

A mão do diabo

A Mão de Diaboé o décimo romance de José Rodrigues dos Santos, autor da Gradiva que já vendeu mais de um milhão de exemplares e está publicado em dezoito línguas.Este novo livro aborda a crise, um tema relativamente ao qual a sociedade está particularmente sensível. Seguramente despertará a curiosidade dos leitores o que augura mais um sucesso de vendas.

A máquina de fazer espanhóis

Esta é a história de quem, no momento mais árido da vida, se surpreende com a manifestação ainda de uma alegria. Uma alegria complexa, até difícil de aceitar, mas que comprova a validade do ser humano até ao seu último segundo. a máquina de fazer espanhóis é uma aventura irónica, trágica e divertida, pela madura idade, que será uma maturidade diferente, um estádio de conhecimento outro no qual o indivíduo se repensa para reincidir ou mudar. O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e quatro anos, no dia em que violentamente o seu mundo se transforma?

A Marcha

Quando os acordos de paz da Sexta-feira Santa são quebrados por três actos selvagens de terrorismo, a Irlanda do Norte é novamente arrastada para as profundezas do conflito. E depois de o seu sogro ser nomeado o novo embaixador americano em Londres, o agente reformado da CIA, Michael Osbourne, é novamente atraído para o activo. Depressa descobre que o seu sogro está marcado como alvo a abater. E que ele próprio está mais uma vez na mira de um assassino conhecido por Outubro, um dos assassinos mais inclementes que o mundo já conheceu... Uma electrificante história de terror, vingança e ganância, saída das manchetes dos jornais de amanhã. Repleto de reviravoltas de tirar a respiração, "A Marcha" prossegue em espiral até à sua conclusão acutilante. Trata-se de um romance sobre o poder e a intriga, onde a aparência e a realidade são inimigas e a confiança é traída tantas vezes quantas as que é honrada.

A marquesa de Alorna

Leonor, Alcipe, condessa de Oeynhausen, marquesa de Alorna - nomes de uma mulher única e invulgarmente plural.Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.

A melodia do adeus

Com apenas dezassete anos, Verónica Miller vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque para uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as suas tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que "Ronnie" irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores. Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa e, neste livro, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir... e curar.
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