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Livros para ler nos clubes - catálogo

Uma verdade inconveniente

Podemos ainda evitar o colapso? Diz o autor que «estamos em colisão com o sistema ecológico do planeta, o que resulta na ruína dos seus componentes mais vulneráveis.» Não obstante, acrescenta, «ainda vamos a tempo de escolher um futuro pelo qual os nossos filhos nos agradecerão.» Para vencer este titânico desafio, precisamos apenas… de vontade política!Um livro imprescindível. Tem tudo o que já viu no filme, e muito mais… que o filme não mostra. Tem tudo o que precisa de saber, para compreender o problema e para poder agir… e exigir.Concilia a informação científica mais recente e rigorosa com uma clareza de comunicação invulgar. Ninguém deverá ficar indiferente a esta mensagem!

Uma viagem à ìndia

«A singular e provocante Viagem à Índia de Gonçalo M. Tavares não é, contudo, a epopeia desta espécie de terra de ninguém do sentido, em que o Ocidente se converteu, mas a travessia e o confronto, ao mesmo tempo intemerato e burlesco, desse caos, não para descobrir nele uma mítica porta de saída mais ilusória ainda que as já conhecidas, mas para encarar a sério o seu paradoxal enigma. É apenas, num travestimento sem precedentes do texto epopaico (Os Lusíadas, a seu modo também é já texto de decepção, por conta da realidade), uma viagem ao fim do nosso fabuloso presente como glosa interminável da existência como tédio de si mesma. Partindo como Gama de Lisboa, e diferindo o mais que pode e sabe, como Ulisses, não o regresso, mas o “fim” da Viagem, Bloom, o seu tão célebre e literário herói, não contemplará (como a humanidade inteira) a face de Deus ou as pegadas de Deus, que no espelho da Índia imaginava contemplar, mas não volverá o mesmo. Agora sabe o que já pressentia. Que não viajamos para nenhum paraíso. Que todas as viagens são sempre um regresso ao passado de onde nunca saímos.»Eduardo Lourenço, no prefácio ao livro

Uma viagem com platão

Quem não se lembra do momento libertador em que pela primeira vez andou de bicicleta? Ou do dia em que foi pai? Se a nossa vida é uma sucessão de marcos, que leitura (filosófica) podemos fazer desses momentos chave? Vivemos com sofreguidão. E vivemos demasiado depressa, a queimar etapas que só pontualmente registamos: a entrada na escola, o primeiro amor, a faculdade, os filhos e netos. Carregamos memórias, fotografias, e uma vaga noção de que, pelo caminho, ficaram uma série de marcos esquecidos. Uma Viagem com Platão convida-nos a repensar, senão uma vida inteira, pelo menos os passos mais importantes. Podemos estar agora no primeiro divórcio, ou na crise da meiaidade - o momento é irrelevante. Importa, isso sim, abrandar por um instante o ritmo asfixiante da existência e pô-la em perspectiva. É esse o exercício que nos propõe Robert Rowland Smith, num livro que evoca as reflexões dos grandes pensadores sobre cada um desses marcos. Sartre e os existencialistas têm uma visão do nascimento radicalmente diferente de Hume ou Heidegger. E Leonardo Da Vinci ou Derrida defendem pontos de vista diversos acerca da perda da virgindade. Ao recordar todos esses pensadores - mas também cineastas, escritores, psicólogos e cientistas - o autor reposiciona-nos, oferece-nos pistas, um novo olhar. Cria janelas através das quais nos afastamos da nossa vertiginosa existência, para simplesmente a contemplar.

Uma voz na noite

Para Paris Gibson, o seu popular programa de rádio nocturno é ao mesmo tempo uma fuga e o seu contacto real com o mundo exterior. Desde que se mudou para Austin para mitigar a dor dos passados erros trágicos, Paris leva uma vida solitária, ganhando vida apenas quando apresenta o seu programa. Para os ouvintes fiéis, é uma amiga sensata e de confiança, que não só acede aos seus pedidos de música, como ouve também os seus problemas e, ocasionalmente, dá conselhos. O mundo de isolamento de Paris é, porém, gravemente ameaçado quando um ouvinte - um homem que se identifica apenas como «Valentino» - lhe diz que os conselhos que deu à mulher que ele ama a levaram a abandoná-lo e que agora ele próprio pretende vingar-se. Primeiro, planeia matar a rapariga, que já raptou, dali a 72 horas, e a seguir virá atrás de Paris. Com a ajuda da polícia de Austin, Paris entra numa corrida contra o tempo, num esforço para encontrar Valentino antes de ele poder cumprir a ameaça de matar - e de matar de novo. Para seu espanto, descobre que uma das pessoas com quem tem de trabalhar é o psicólogo criminal Dean Malloy, um homem com quem partilha um passado que teve um efeito catastrófico na vida de ambos. A sua presença desperta paixões antigas, obrigando Paris a confrontar as memórias dolorosas que tentava esquecer. Enquanto o relógio continua a avançar, e as ameaças de Valentino de se aproximar se vão tornando realidade, Paris vê-se de repente obrigada a lidar com um assassino que, afinal, pode não ser um desconhecido.

Vencer

Jack Welch sabe como vencer. Nos seus 40 anos de carreira naGeneral Electricliderou este Grupo global com sucesso, ano após ano, em múltiplos mercados e enfrentando uma forte concorrência.Desde que Welch se aposentou das suas funções de Presidente do Conselho de Administração e de Presidente Executivo daGE, em 2001, tem viajado por todo o mundo e participado em conferências como orador, onde é questionado sobre uma variedade de tópicos.O objectivo de Welch é falar aos diferentes níveis da organização, para empresas grandes ou pequenas, colaboradores da linha da frente, detentores de MBA, gestores de projecto e executivos seniores, entre outros profissionais. Com este livro tem em vista ajudar todos os que têm uma paixão pelo sucesso.Os seus pontos de vista optimistas, onde "não existem desculpas" porque "as coisas têm de ser feitas", são contagiantes. Cheio de relatos de experiências pessoais e escrito no seu estilo pessoal distinto,Venceré um livro que transmite novos conhecimentos, pensamentos originais e soluções para algumas questões práticas e, por isso, mudará a forma como encaramos o trabalho.A edição portuguesa conta com o prefácio do Eng. Belmiro de Azevedo.

Vento Suão

Vento Suão, o último romance de Rosa Lobato de Faria, relata em paralelo as histórias de vida de duas amigas de infância, tendo como pano de fundo o problema da violência doméstica.Este é o livro que a autora não pôde acabar. Apesar disso, a obra tem o desenvolvimento suficiente para se deixar ler como um todo com sentido. Aqui fica, pois, o romance tal e qual como Rosa o deixou quando faleceu a 2 de fevereiro de 2010.

Verão na Riviera

A americana Lola Laforêt pensava que tinha tudo: um casamento estável com Patrick, um francês muito encantador, e o Hotel Riviera, um espaço mágico voltado para o azul do Mediterrâneo, a sua grande paixão. Até que um dia Patrick desaparece misteriosamente sem deixar rasto…Seis meses depois, Jack Farrar, um americano que passeia pelo mundo a bordo do seu barco, lança âncora na enseada do Hotel Riviera e vai mostrar a Lola o verdadeiro significado do amor.A atracção entre ambos é imediata, mas, após o que aconteceu com Patrick, Lola receia envolver-se novamente. Será Jack um homem de confiança? Quando a polícia a questiona acerca do paradeiro do marido e, em seguida, várias pessoas suspeitas reivindicam a posse do Hotel Riviera, Lola recorre à ajuda de Jack para encontrar o misterioso Patrick e resolver, de uma vez por todas, o seu futuro.

Verão Quente

Em 1975, no auge do Verão Quente, com Portugal à beira de uma guerra civil, Julieta é encontrada inanimada e cega, depois de cair pela escada, na sua casa de família na Arrábida. E, num dos quartos do primeiro andar, são descobertos, já mortos, o seu marido, Miguel, e a sua irmã, Madalena. Seminus e ambos atingidos com duas balas junto ao coração, as suas mortes levam o tribunal a condenar Julieta pelo duplo homicídio. Vinte e oito anos depois, em 2003, a cegueira traumática de Julieta desaparece e ela volta a ver. Começa também a recordar-se de muitos pormenores daquela tarde trágica em que aconteceu o crime, e em conjunto com Redonda, a sua bonita filha, e o narrador da história, vão tentar reconstituir e desvendar o terrível segredo da Arrábida, que destrui aquela família para sempre. Quem matou Miguel e Madalena e porquê? Será que eles eram mesmo amantes, como a polícia suspeitou? Será que Julieta descobriu a traição infiel do marido e da irmã? Ou será Álvaro, ex-marido de Madalena e um dos «Capitães de abril», o mandante daquele crime?

Viagem ao Coração dos pássaros

Viagem ao Coração dos Pássarosremete-nos para um universo único mas que se repete sempre no tempo dos seres humanos. Fala-nos das contradições e dialéctica do mundo, do amor, da vida, mas também dos seus opostos.É um livro que se lê num sopro, como se fosse um instante, numa viagem que o leitor faz ao coração, o seu próprio, e o dos protagonistas da história, realista, autêntica e bela.Possidónio Cachapa conduz-nos através da sua escrita profunda, revelando-nos os dons que todos temos e as nossas virtudes mas também as nossas debilidades e fraquezas, numa simplicidade narrativa que nos prende da primeira à última página.

Vício Intrínseco

Em parte "noir", em parte farsa psicadélica, protagonizado por Doc Sportello, detective privado, que de vez em quando se ergue de uma névoa de marijuana para assistir ao fim de uma era. Há já algum tempo que Doc Sportello não vê a ex-namorada. Mas um dia ela aparece com uma história acerca de um plano para raptar o milionário por quem por acaso se apaixonou. Esta ponta solta dos anos sessenta em Los Angeles é o mote para o livro, mas Doc sabe que o "amor" não passa de mais uma palavra que anda na moda, como "trip" ou "curte". Mais um livro inesquecível de um dos escritores mais influentes da actualidade.

Vida em mim

É de novo um livro de confissões/memórias, semelhante na forma como expõe os seus sentimentos ao "Sinto Muito" mas ainda mais pungente.O autor abre a sua vida em toda a sua plenitude e em todos os seus aspectos dando-nos uma perspectiva abrangente do que sente enquanto pai, marido e médico de crianças, numa escrita muito harmoniosa, melódica mas acessível a todos. Abre o espólio das suas memórias e recorre à sua infância para justificar de onde vem e como chegou até aqui e faz uma reflexão sentida sobre aquilo que tem sido a sua vida até hoje.

Vidas

Maria Filomena Mónica abalança-se aqui, mais uma vez, ao género biográfico, depois dos seus "Césario Verde", "Fontes Pereira de Melo" (ambos Alêtheia), "Eça de Queirós" (Quetzal), e "D. Pedro V" (Temas e Debates), para além da sua própria autobiografia, "Bilhete de Identidade" (Alêtheia). Polémica, a autora pretendeu «demolir heróis, esquadrinhar as suas vidas, desvendar sentimentos». Dividido em duas partes, o século XIX e o século XX, este livro recupera textos sobre personagens tão díspares como a burguesa família Dabney, do Faial, os reis D. Pedro V e D. Luís, o capitalista conde de Burney, os «Vencidos da Vida» ou os operários do Têxtil, passando depois a retratar os casos reais de um menor risco e de uma emigrante em Inglaterra, e acabando com uma série de perfis masculinos, sobre a moderna visão do homem, o papa Bento XVI, o rei Juan Carlos, Clint Eastwood, José Socrates, Francisco Louçã e Aníbal Cavaco Silva.
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